Suspeito de estupros na zona leste de São Paulo confessa crimes e é reconhecido por vítimas

William da Silva Santana, de 32 anos, foi identificado por duas mulheres e admitiu ter cometido os dois ataques sexuais e os roubos dos celulares das vítimas.

Suspeito de estupros na zona leste de São Paulo confessa crimes e é reconhecido por vítimas

Suspeito de estupros na zona leste de São Paulo confessa crimes e é reconhecido por vítimas

William da Silva Santana, de 32 anos, foi preso e confessou ter cometido dois estupros na região leste da capital paulista, segundo informações da Polícia Civil. Ele também admitiu ter subtraído os aparelhos celulares das vítimas.

O primeiro crime atribuído a ele ocorreu na noite de 23 de abril, contra uma mulher de 25 anos, na área da Mooca. O segundo aconteceu em 12 de maio, por volta das 21h15, nas proximidades da estação Tatuapé da linha 3-vermelha do Metrô. Naquela ocasião, a vítima era uma adolescente de 17 anos que estava desorientada e pediu orientação sobre como chegar à estação.

Imagens de vigilância mostram que o acusado chegou à região pouco antes e observava o fluxo de pedestres, aparentemente à procura de alguém. Ele chegou a seguir uma mulher, mas mudou de trajetória ao avistar a jovem. O rapaz se ofereceu para auxiliá-la e a conduziu até uma via próxima, onde a arrastou para um beco sem saída de uma construção.

Ao perceber que o local não levava ao terminal, a adolescente tentou retornar, mas foi barrada pelo agressor, que a intimidou alegando estar armado. Após o ataque sexual, ele fugiu levando o celular da jovem.

As equipes policiais conseguiram localizá-lo por meio das gravações das câmeras de monitoramento. William foi detido em 10 de junho, momento em que passou mal e convulsionou, sendo hospitalizado. Ele teve alta na quinta-feira (18) e foi encaminhado para o 26º Distrito Policial (Sacomã). O inquérito tramita no 30º DP (Tatuapé).

Durante o depoimento, o suspeito foi submetido a reconhecimento pessoal e foi identificado pelas duas vítimas. Ele não compareceu com advogado particular e foi assistido pela Defensoria Pública na audiência de custódia, que manteve a prisão preventiva.

A Defensoria Pública informou que compareceu à audiência para verificar a legalidade da detenção, mas ressaltou que as manifestações sobre processos criminais são feitas exclusivamente nos autos.

Fonte: Folha de S.Paulo

Source: Google News BR — São Paulo