Polícia português liderava célula de extrema-direita alvo de acusação terrorista
Um efetivo da PSP dirigia o Movimento Armilar Lusitano, organização de ideologia neonazi. O Ministério Público acusou nove suspeitos, incluindo o agente.

Polícia português liderava célula de extrema-direita alvo de acusação terrorista
Um elemento da PSP, identificado como Bruno Gonçalves, ocupava o cargo principal no Movimento Armilar Lusitano (MAL). A organização, que o Ministério Público enquadra como terrorista, promovia a negação do Holocausto e a apologia do nazismo.
O militar da segurança pública dedicava todas as horas disponíveis fora do serviço à causa do movimento. Procurava ainda rendimentos extra através de tarefas remuneradas, de modo a assegurar fundos próprios para custear as iniciativas do grupo.
Nesta semana, nove alegados integrantes do MAL viram o MP mover contra si acusações por crimes de terrorismo. Gonçalves consta da lista de arguidos. Cinco indivíduos formavam o cerne da estrutura.
Fonte: Público
Source: Público