Falso agente de autoridade capturado em Sintra após simular revista domiciliária

Um cidadão de 42 anos foi apreendido pela GNR em Sintra por fingir ser um oficial de segurança e executar uma revista falsa para extorquir 21.500 euros a uma família.

Falso agente de autoridade capturado em Sintra após simular revista domiciliária

Falso agente de autoridade capturado em Sintra após simular revista domiciliária

As forças de segurança detiveram, na segunda-feira, um indivíduo de 42 anos no concelho de Sintra, distrito de Lisboa, acusado de se apresentar como membro de uma entidade policial e executar uma revista domiciliária fictícia com o objetivo de extorquir dinheiro. A informação foi tornada pública pela GNR esta sexta-feira.

A investigação arrancou após uma queixa que relatava que várias pessoas se tinham apresentado como agentes de uma força de segurança e que, após simularem uma revista numa habitação, teriam levado cerca de 21.500 euros dos ocupantes.

Os militares desenvolveram de imediato trabalhos de investigação que permitiram localizar e deter um dos presumíveis autores no mesmo dia em que a queixa foi registada. A viatura que supostamente serviu para o deslocamento durante a ação criminosa também foi recuperada.

No decurso da operação, além dos 21.500 euros subtraídos, que foram recuperados, os agentes apreenderam 4.455 euros em dinheiro vivo, um bastão extensível, um projétil de calibre 6,35 milímetros, um automóvel, um distintivo e mandados falsos, bem como a roupa que o presumível autor utilizou durante o crime.

O detido foi conduzido ao Tribunal Judicial de Sintra para o primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido decretada a medida de coação de prisão preventiva.

A GNR aproveitou para lançar um alerta à população: sempre que alguém se apresente como elemento de uma força de segurança, deve ser exigida a respetiva identificação profissional. Em caso de suspeita, os cidadãos devem contactar sem demora a força de segurança da sua área, não autorizando a entrada em casa nem entregando valores monetários sem confirmar a legitimidade da operação.

Fonte: Correio da Manhã

Source: Correio da Manhã