Agente da PSP detido por liderar grupo neonazi tinha bomba para drone construída em impressora 3D

Bruno Gonçalves, agente da PSP detido por integrar o Movimento Armilar Lusitano, possuía em casa uma munição improvisada para lançamento manual ou por drone, além de explosivos militares e armas produzidas em impressoras 3D.

Agente da PSP detido por liderar grupo neonazi tinha bomba para drone construída em impressora 3D

Agente da PSP detido por liderar grupo neonazi tinha bomba para drone construída em impressora 3D

Um agente da Polícia de Segurança Pública (PSP) detido e acusado de desempenhar um papel central num grupo de cariz neonazi, fascista e racista tinha em sua residência uma munição improvisada destinada a ser lançada à mão ou através de drone. O dispositivo foi fabricado mediante manufatura aditiva, utilizando impressoras 3D, e continha um fulminante ativo, carga explosiva e metralha esférica inserida num polímero que amplifica o efeito destrutivo em caso de detonação.

De acordo com a descrição do Ministério Público, a bomba — que, caso fosse lançada por drone, empregaria uma tática de combate difundida durante a guerra na Ucrânia — projetaria fragmentos até uma distância aproximada de 25 metros, com efeito particularmente devastador num raio de 2 metros de distância e 1,5 metros de altura.

Na casa de Bruno Gonçalves, o suspeito, foram ainda encontrados diversos explosivos militares, cuja proveniência não foi esclarecida, bem como armas produzidas nas impressoras 3D de que dispunha. O indivíduo fabricava soqueiras, facas e pistolas que posteriormente distribuía pelos restantes membros do Movimento Armilar Lusitano (MAL).

Fonte: Correio da Manhã

Source: Correio da Manhã