Chefe da polícia arguido em inquérito a grupo nacionalista radical
Luís Carrilho, diretor nacional da PSP, considerou atípica a situação de um comandante policial constituído arguido na investigação ao Movimento Armilar Lusitano.

Chefe da polícia arguido em inquérito a grupo nacionalista radical
O responsável máximo da PSP, Luís Carrilho, classificou como fora do comum a constituição de arguido de um oficial da corporação no âmbito do processo criminal que visa o coletivo identitário de direita Movimento Armilar Lusitano. O dirigente policial afirmou que tal circunstância não traduz a realidade geral da instituição.
Carrilho salientou igualmente que existem sistemas de supervisão tanto dentro como fora da PSP, os quais conferem salvaguardas quanto à conduta dos seus efetivos.
O inquérito em causa incide sobre uma organização classificada como de extrema-direita, tendo resultado na identificação formal de um elemento com posto de comando como suspeito — uma ocorrência que o diretor nacional enquadra como não característica da força.
Fonte: RTP
Source: RTP