Mulher foragida suspeita de fraudes de R$ 1 milhão é procurada em Itanhandu (MG)

A Polícia Civil busca Luana Oliveira Franco da Rosa, 28 anos, suspeita de golpes contra ao menos cinco vítimas no Sul de Minas. O prejuízo total ultrapassa R$ 1 milhão.

Mulher foragida suspeita de fraudes de R$ 1 milhão é procurada em Itanhandu (MG)

Foragida suspeita de golpes milionários em Itanhandu segue sem ser localizada

A Polícia Civil de Minas Gerais busca uma mulher de 28 anos suspeita de aplicar fraudes que causaram prejuízo superior a R$ 1 milhão em Itanhandu, no Sul de Minas. Segundo g1.globo.com, ao menos cinco vítimas já foram identificadas e a Justiça decretou a prisão preventiva da investigada, identificada como Luana Oliveira Franco da Rosa.

O mandado de prisão foi expedido e cumprido em 16 de setembro, mas os agentes não encontraram Luana no endereço. A mãe da suspeita atendeu à porta e informou que a filha não estava em casa. A polícia apura que ela pode estar em Santos (SP) ou em Cruzeiro (SP).

Em contato com a EPTV, a própria suspeita afirmou ter intenção de se apresentar à polícia acompanhada de advogado na sexta-feira (25).

Financiamentos em nome de terceiros e empréstimos não quitados

Um dos principais esquemas atribuídos à investigada consistia em contratar financiamentos de veículos em nome de terceiros, sem o conhecimento ou consentimento dessas pessoas. Luana também teria solicitado dinheiro emprestado com promessas de devolução que, de acordo com os relatos das vítimas, não foram cumpridas.

Conforme a investigação, a suspeita se aproximava preferencialmente de pessoas com quem mantinha algum tipo de vínculo — amigos, parentes e conhecidos. Entre as vítimas está uma mulher de 72 anos que conhecia Luana há mais de dez anos e frequentava a sua casa.

Em diferentes ocasiões, a investigada teria solicitado documentos e acesso a dados bancários das vítimas sob justificativas diversas, como problemas com cadastro bancário, pagamento de dívidas ou outras despesas. Em alguns casos, as vítimas teriam realizado reconhecimento facial e entregado o celular à investigada.

Defesa contesta necessidade da prisão preventiva

Em nota enviada à EPTV, o escritório Firmino Advocacia, responsável pela defesa de Luana, informou que ela compareceu voluntariamente à Delegacia de Polícia de Itanhandu em 3 de setembro para prestar esclarecimentos e que, desde o início, não se recusou a colaborar com as autoridades.

Segundo os advogados, a prisão preventiva foi decretada em 16 de setembro, poucos dias após esse comparecimento espontâneo. A defesa considera a medida desnecessária e afirma não haver elementos concretos que a justifiquem. Medidas judiciais já foram adotadas, segundo o escritório, para que Luana responda às acusações em liberdade.

Novas vítimas podem ser identificadas

A Polícia Civil continua as buscas e tenta identificar outras possíveis vítimas dos golpes. Quem tiver informações sobre o paradeiro da investigada ou acreditar ter sido lesado deve procurar a delegacia mais próxima para registrar um boletim de ocorrência.

Source: Google News BR — São Paulo

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